Um artigo recém-lançado pela empresa britânica especializada na indústria alimentícia, Foodable Labs, trouxe grandes revelações: o consumo de alimentos de origem vegetal aumentou em 300% em apenas um ano no Reino Unido. De acordo com a organização, isso significa que o movimento está agora “em pleno andamento”, com restaurantes “começando a se conscientizar”.

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Este fato é confirmado por outra pesquisa, que mostra que mais da metade (51%) dos chefs adicionaram refeições veganas a seus cardápios – o que significa um aumento de 31% só no ano passado.

A mudança nos cardápios tem relação com a alta demanda por parte dos consumidores. Produtores de alimentos à base de vegetais viram como cada vez mais pessoas têm procurado opções de alimentação “livres de crueldade”. “Deixamos de pressionar e realmente tentando convencer a estar apenas no modo de resposta, onde o consumidor agora está dirigindo o navio, por assim dizer, e dirigindo o navio e estamos apenas tentando acompanhar”, explica o CEO da startup vegana Beyond Meat, Ethan Brown, em entrevista ao portal Plant Based News.

Nicole Marquis, CEO de outro empreendimento vegano que têm visto um crescimento desenfreado na procura, a HipCityVeg, ainda acrescenta que “não se trata mais de marketing interruptivo e manipular as escolhas de compra de alguém, é realmente sobre comunicar quem somos, o que fazemos, em que acreditamos. Acho que a força motriz é definitivamente um valor compartilhado”.

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Os dados apresentados até então seguem notícias do Reino Unido de 2017. O serviço on-line de pedidos e entrega de comida Just-Eat revelou que a demanda por alimentos sem carne aumentou 987% ao longo de 12 meses. A empresa previu que o veganismo seria “a maior tendência alimentar de 2018”. E não estavam errados.

“Os resultados deste ano são uma boa visão das futuras tendências de consumo”, afirmou Edel Kinane, Diretor de Marketing da Just Eat, ao receber os resultados do ano anterior. “Enquanto a conveniência continuará a ser a chave para os consumidores no próximo ano e além, sabemos que eles estão cada vez mais procurando opções veganas mais diversificadas, saudáveis, sem glúten e baseadas em vegetais”, completou.

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