Segundo relatório publicado no jornal econômico NMSU Report, vale a pena investidores olharem para o Meat Substitute Market. O termo, cuja tradução literal é “mercado dos substitutos de carne”, foi cunhado pela indústria e engloba startups e marcas que produzam e vendam alternativas ao consumo de carne e laticínios.

A pesquisa utiliza a taxa CAGR (Compound Annual Growth Rate, que em português significa Taxa Composta Anual de Crescimento). Esse índice estima o retorno de um investimento em um determinado período de tempo. A expectativa é que o CAGR desse mercado seja 5,8% entre 2018-2023.

Detalhe de uma alcachofra

Mercado sem carne deve crescer | Foto: Pixabay

O mercado é fortemente impulsionado pela popularização do vegetarianismo e do veganismo. O ativismo tem um papel fundamental nisso, já que a conscientização sobre os danos que as indústrias da carne e dos laticínios se faz cada vez mais presente.

Além disso, um novo tipo de relação entre indivíduos e alimentação tem feito com que pessoas procurem combinações de proteínas não animais para suprir as necessidades de seus corpos.

O maior mercado é a Europa, que gera 39% da receita. Na Ásia, especialmente na porção do Pacífico, registra-se o crescimento mais rápido do consumo de proteínas não animais.

O relatório cita marcas como a Impossible Foods, que vem chamando atenção por ter criado um produto similar à carne bovina moída na textura e no gosto, mas feito a partir de plantas e sem nenhuma proteína animal.

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