A Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) e a ONG Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal se uniram contra a exploração de cavalos forçados a puxar charretes em Petrópolis, no Rio de Janeiro. As entidades criaram uma parceria para a futura destinação dos cavalos explorados no município. Um plebiscito, que será realizado junto com as eleições, em 7 de outubro, irá decidir se as vitórias, como são conhecidos os veículos de tração animal, devem ou não ser extintos.

(Foto: Divulgação)

Para formalizar a união entre a OAB e a ONG, o presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB-RJ, Reynaldo Velloso, assinou um termo de parceria com a diretora da entidade, Elizabeth MacGregor, no qual se estabeleceram as responsabilidades nos resgates dos cavalos explorados no transporte turístico da cidade. As informações são do portal O Dia.

O documento registra a proposta da ONG de receber e cuidar de todos os animais explorados em charretes e prevê acompanhamento veterinário e garantia de alimentação adequada. Por parte da comissão da OAB-RJ, fica a responsabilidade pelo acompanhamento técnico e jurídico.

Pesquisas comprovam, segundo Velloso, que os animais explorados como meio de transporte sofrem com a atividade. O fim das charretes de tração animal para passeios turísticos é uma tendência mundial, lembra o presidente da comissão.

“É um martírio, o cavalo não foi feito para trabalhar oito, dez horas. Sem contar o bridão, que quando o charreteiro puxa, acaba machucando a boca, língua e dentes dos animais. Em Florença, na Itália, e no Central Park, em Nova York, também estão acabando com as charretes turísticas”, argumentou Velloso.

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