A pele humana impressa em 3D é uma alternativa aos cruéis testes em animais feitos pela indústria de cosméticos e pode reduzir, ao ser utilizada em conjunto com as células-tronco, o número de animais explorados e mortos todos os anos, que hoje está em torno de 100 milhões.

(Foto: Divulgação)

Os avanços na experimentação científica em relação à substituição de animais por métodos alternativos foram abordados no 39º Congresso da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), pelo médico do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, Marcel Liberman, pós-doutorado pela Universidade de Harvard (EUA).

De acordo com o cardiologista, o uso da impressora 3D para reprodução de pele humana é um dos principais avanços da substituição de animais em experimentos, especialmente na área de cosméticos, perfumaria e produtos de higiene. A pele é feita a partir de células e de remanescentes de cirurgias plásticas. As células-tronco também são uma forma de desenvolver tecidos para serem utilizados em pesquisas. As informações são do site Infor Channel.

O fim da exploração de animais para testes é importante e já há leis que proíbem a realização de tais experimentos cruéis em vários países. No Brasil, a pesquisa com animais para desenvolvimento de cosméticos é proibida no estado de São Paulo e um projeto de lei, que prevê proibição da experimentação animal para cosméticos em todo o país, tramita no Congresso Nacional.

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