Ultimamente, vemos diversas histórias de cachorros que nasceram sem as pernas ou alguma outra deficiência. Mas você já se perguntou o motivo?

Assim como acontece com os humanos, existem diversos fatores para as deficiências congênitas.

A maioria dos casos ocorrem durante a gestação. Mas, mesmo depois do nascimento, o meio ambiente e mudanças físicas (como a pressão arterial) podem trazer problemas.

A genética ou fatores ambientais podem afetar o desenvolvimento durante os períodos embrionários e fetais. Alimentação inadequada, medicamentos ou qualquer outra exposição química podem causar mais de 250 tipos de doenças genéticas em cães.

Mudanças no DNA podem afetar a maneira que as células se dividem. Outra causa da malformação congênita é o cruzamento consanguíneo, que reduz a diversidade do patrimônio genético.

Essa prática costuma ser realizada para que as raças continuem puras. Por esse motivo, os criadores são criticados por ativistas.

Deficiências congênitas físicas, como a falta de pernas, são resultado de erros primários de desenvolvimento, causados por trauma ou exposição química.

A fenda palatina é mais comum em cães braquicefálicos (que têm o focinho achatado). Normalmente afeta mais de um filhote da ninhada. Mas é possível evitar esta ou outras deficiências, dando ácido fólico antes e durante a gestação da cachorra.

Esses cães que nasceram especialmente diferentes precisam contar com o apoio de pessoas que se tornam verdadeiros anjos em suas vidas, para que recebam os cuidados que necessitam.

O Calendário da Ampara Animal deste ano tem como tema “especial é ser diferente” e traz fotos de cães e gatos que têm alguma deficiência. O objetivo é conscientizar e incentivar a adoção de pets especiais.

Fonte: Portal do Dog

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