O curso de Psicultura do Instituto Federal do Sertão de Pernambuco (IF Sertão – PE), campus Petrolina Zona Rural, está desenvolvendo um projeto de pesquisa por meio do qual peixes ornamentais estão sendo explorados para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

(Foto: Inês Guimarães / Ascom IF Sertão-PE)

Peixes condenados a viver longe do habitat, aprisionados em pequenos aquários, estão sendo levados para escolas, associações e outras instituições da região. Os animais são da espécie Plati, popularmente conhecida como “gupy” ou “barrigudinho”. As informações são do portal G1.

Reproduzidos no laboratório de psicultura do instituto, os peixes já nascem condenados ao cativeiro, sem nunca terem tido o direito a experimentar a vida em liberdade. Os pequenos animais, de até 4 cm de comprimento, são capazes de comer cerca de 200 larvas do mosquito e, por isso, estão sendo covardemente explorados.

A ideia surgiu, segundo a professora responsável Elizângela Souza, a partir de discussões com alunos, em 2016, e teve teve início nos assentamentos Água Viva 01 e 02, na zona rural do município de Petrolina. Após um ano, o projeto foi ampliado.

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