No início deste ano, seis rinocerontes negros foram transferidos da África do Sul para Chade, no centro-norte do continente africano. O processo era uma tentativa de reintroduzir na região a espécie criticamente ameaçada após ausência de quase 50 anos.

Os governos da África do Sul e da República do Chade, juntamente com organizações locais, confirmaram que dois dos seis animais foram encontrados mortos no Parque Nacional de Zakouma.

Dois dos seis rinocerontes transferidos morreram | Foto: Pixabay

Após a chegada ao parque, os rinocerontes foram mantidos em currais por dois meses. Foram realocados para um santuário temporário por mais dois meses para adaptação. No final de agosto, a cerca do santuário foi removida e os rinocerontes foram autorizados a vagar livremente pelo parque, onde continuaram a ser monitorados.

As carcaças dos rinocerontes e também as de um touro e de uma vaca, foram descobertas na última semana. Os responsáveis afirmaram com convicção que os animais não foram vítimas de caçadores. Um veterinário especialista foi ao Parque Nacional de Zakouma para investigar o que causou as mortes.

Os encarregados pelo parque estudam como agir para evitar mais óbitos. Os outros quatro rinocerontes negros estão vivos e sendo monitorados de perto.

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